Suspeita de bomba no Aeroporto de Guarulhos mobiliza Grupo de Ações Especiais (GATE)

Na tarde da última terça-feira (13), uma carga de chinelos mobilizou uma operação da Polícia Federal e o esquadrão antibombas do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar de São Paulo no aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos.
Cães farejadores que vistoriam cargas e bagagens nos terminais sentiram um cheiro estranho, procedente de uma carga que, a princípio, não tinha identificação.
De acordo com informações da empresa que administra o terminal de carga, não era possível saber o que havia dentro dos contêineres, o que levantou a suspeita de que poderia ser algum material ilícito, como drogas ou bombas.
Com isso, a Polícia Federal e o Gate foram acionados, isolaram a área, para evitar risco, e  um robô, utilizado sempre que há suspeita de explosivos, foi enviado para abrir o contêiner onde estavam os chinelos.
Após todo o trabalho, nada de ilícito foi encontrado junto à carga, tão pouco qualquer artefato explosivo ou suspeito.
Após a ação do Gate, o risco foi descartado e os técnicos do grupo constataram que “algum componente ou material da carga” levantou a suspeita dos cães pelo odor diferenciado.
A GRU Airport declarou que, “como estabelece o protocolo para estes casos, acionou as autoridades competentes e após intensa investigação nenhum risco foi detectado. Essa ocorrência não impactou as atividades do aeroporto”.
A empresa informou ainda, que entende que “a segurança é um valor imprescindível e, sobretudo, todas as suas decisões visam garantir uma operação segura”.

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