TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva | Críticas de Cinema – Efrem Pedroza

Em “TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva”, Kika K (Tatá Werneck) é uma atriz famosa e de sucesso declaradamente reconhecido pelos fãs. O que ninguém sabe é que a talentosa atriz vive em crise, tanto pessoal quanto profissional, tendo que encarar seu Transtorno Obsessivo Compulsivo e muita confusão.

Confesso que ultimamente as comédias brasileiras não vêm me empolgando há anos. A fórmula “levamos a comédia da televisão para o cinema” é um dos fatores que mais me incomoda, sem contar a quantidade de piadas forçadas e situações que viraram um clichê sem limite. Mas felizmente para toda “regra” há uma exceção.

É inevitável não reconhecer o talento de Tatá Werneck, que há anos se destaca não somente no cinema como na televisão. O que acontece aqui é que dessa vez (confesso que estou surpreso), tanto o roteiro, quanto a direção e principalmente a atriz que protagoniza o filme estão definitivamente à vontade e em sintonia. Tudo se encaixa e tem timing. Humor e drama estão em perfeita sintonia graças a uma atriz que mesmo sendo mais reconhecida pelo carisma e aptidão para a comédia, consegue se sair muito bem em momentos mais sérios do filme.

Dessa vez a dose de humor é precisa, inteligente e sarcástica. Algo que realmente impressiona e enche os olhos. Com tantos atores, atrizes, diretores, roteiristas e produtores de qualidade em nosso país, já era hora de mostrar a real maestria em um longa-metragem de comédia. Um dos meus pés continua atrás com o que vem pela frente, mas confesso que dessa vez gostei.


TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva – Nota: 4,0

O critério de notas é estabelecido da seguinte forma:

0,0 = péssimo

1,0 = ruim

2,0 = regular

3,0 = bom

4,0 = ótimo

5,0 = excelente

Confiram a crítica completa no blog: efrempedroza.blogspot.com.br

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