Temporada 2021 da F1 terá mudanças para melhorar o show da categoria em todo planeta

No próximo domingo (28), o Grande Prêmio do Bahrein dará início a temporada 2021 da Fórmula 1.
A temporada 72 da categoria este ano ficará marcada por algumas mudanças, desde o calendário até a transmissão, além de questões relacionadas as pistas, pilotos e regras da disputa.
Desde o final de 2019, foram estudados novos regulamentos técnicos para tornar a competição mais igualitária, competitiva e assim melhorar o show para os aficionados e expectadores.
 Porém, a pandemia obrigou uma mudança de planos, e a empresa responsável pela categoria e competição, resolveu adiar as decisões para 2022. A decisão foi tomada com o objetivo de cortar custos, por conta da crise causada pela ausência de público na temporada 2020.
Porém, mesmo assim algumas mudanças já poderão ser observadas na temperada 2021.
Neste ano, a categoria contará  com calendário recorde, composto por 23 etapas, com o retorno de alguns circuitos que estiveram fora da temporada 2020, devido a pandemia de covid-19. Além disso, corridas na Holanda e Arábia Saudita foram incluídas no calendário de 2021.
Das dez equipes que disputarão a temporada deste ano, apenas três mantiveram suas duplas de 2020. As equipes, Mercedes, Williams e Alfa Romeo.
Nos treinos livres, que acontecem na sexta-feira, que antecede o GP, também haverá mudanças, agora os treinos livres terão duração de 60 minutos, e não mais 90 , como nas temporadas anteriores.
As principais mudanças de 2021 estão nos cortes de gastos, devido a crise causada pela pandemia. Por isso, foi instituído entre outras ações, o teto de gastos. Neste ano, o limite que as equipes poderão gastar é de, no máximo, 145 milhões de dólares (R$ 803 milhões).
Vale destacar que, neste valor não estão considerados: custos de marketing, salário dos pilotos e três funcionários de maior salário e gastos relacionados à saúde.
Os carros tiveram o aumento do peso mínimo e da unidade de potência. A justificativa para a mudança foi “uma tentativa de desencorajar equipes para o uso de materiais exóticos”, que influenciassem nos preços finais.

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