Rogue One – Uma História Star Wars | Críticas de Cinema – Efrem Pedroza

    Separada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen) que é escalado para trabalhar na construção da arma mais letal do Império, a Estrela da Morte, Jyn Erso (Felicity Jones), ainda criança, é criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker). Anos se passam, e já adulta, Jyn é encontrada na prisão pela Aliança Rebelde que deseja descobrir uma mensagem deixada por seu pai a Gerrera. Na esperança de ser libertada, Jyn passa a trabalhar com o capitão Cassian Andor (Diego Luna) e o robô K-2SO.

    “Rogue One – Uma História Star Wars” ocorre pouco antes dos acontecimentos mostrados no episódio quatro e de cara adianto uma coisa… O oitavo longa-metragem da franquia é um requinte em todos os quesitos. A protagonista feminina, assim como em “O Despertar da Força” com Rey, é fundamental para a trama, mas o universo em torno dos demais personagens é tão interessante que conseguem atrair a nossa atenção sem que os demais se tornem apenas elementos “orbitantes” de uma história. Repleto de situações cômicas muito boas, nada do que é apresentado estabelece algum desequilíbrio no filme. Pelo contrário, é bom! Faz você rir sem exageros, mesmo sendo um longa mais obscuro que os demais da franquia.

    Os efeitos especiais aqui são excelentes como sempre manda a pedida de Star Wars. Quase que uma obrigação e muito bem executada. Por fim, e não menos importante, ele, Darth Vader. Sim, ele aparece bem pouco na realidade, mas o suficiente para fazer todo mundo no cinema ficar simplesmente alucinado. Sinceramente eu tinha medo que ocorresse o que aconteceu com o Coringa de Jared Leto em “Esquadrão Suicida”. Venderam, venderam, venderam e decepcionaram. O que eu imaginava e queria muito era justamente isso. Um pouco de Vader nos trailers e um pouco no filme, mas de forma impactante… BINGO! Uma verdadeira homenagem aos fãs dessa franquia tão querida.


Doutor Estranho – Nota: 5,0

O critério de notas é estabelecido da seguinte forma:

0,0 = péssimo

1,0 = ruim

2,0 = regular

3,0 = bom

4,0 = ótimo

5,0 = excelente

Confiram a crítica completa no blog: efrempedroza.blogspot.com.br

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