Endorfina e mudança de foco para enfrentar a pressão da pandemia

Você já ouviu falar em endorfina?
E o que ela pode fazer no seu corpo?
Pois bem, m tempos tão tristes, de tantas dificuldades, pressões psicológicas, caos social, como estes vividos com as consequências de uma pandemia, é necessário mudar o foco e encontrar alegrias em meio a um tempo de tamanhas dificuldades e infelicidades. Uma sugestão para isso, é mudar o foco e botar a endorfina para trabalhar pelo seu corpo.
A endorfina é um hormônio, produzido pela hipófise (anterior) no cérebro. O nome vem de endo (dentro) morfina (um analgésico natural), com diversos efeitos no metabolismo que ainda precisam ser mais estudados, mas que tem o poder analgésico incrível. O hormônio traz sensação de bem-estar, conforto, bom humor e alegria e ainda outros que são atribuídos a ela, porém pouco se fala que são: diminuição do desconforto muscular, além de ter função importante na memória e aprendizado, no apetite, no ciclo menstrual entre outros.
É importante lembrar que existem alguns hábitos que ajudam a liberar a produção a endorfina da forma correta, destacam os especialistas em fisiologia.
São eles: A atividade física executada da maneira correta e também a meditação, que é uma grande aliada para quem deseja desfrutar da sensação de bem-estar.
Existem ainda outros hormônios que agem na sensação de felicidade. Especialistas destacam como funcionam. “A dopamina é um neurotransmissor que nos traz a sensação de prazer. E pode ter grande relação com motivação, pela sua função no mecanismo de recompensa no cérebro. Por exemplo, quando colocamos uma meta e alcançamos. Pode ser a meta de fazer uma receita nova mais difícil; conseguir cumprir todos os compromissos do dia ou conseguir juntar o dinheiro para casa nova”, afirmam.
Também há a ocitocina e a serotonina,  neurotransmissores do bem-estar e prazer. ” Eles agem na regulação do apetite, inibem a ira, a agressividade, tem relação com o humor e com o sono, e estão ligadas a nossa felicidade. Tendo em vista a sua relação direta com transtornos como, por exemplo, a depressão”, disseram os especialistas.
Além disso, existe uma outra curiosidade destacada pelos especialistas. “Apesar de não ser um hábito, quando estamos apaixonados liberamos mais endorfina também”, completam.

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