Educação Financeira #144: Como fica o empréstimo consignado quando o trabalhador é demitido

A má notícia é que a dívida não acaba com a rescisão do contrato de trabalho; veja o que pode ser descontado e no que o trabalhador deve prestar atenção para planejar o pagamento.

Por Fernanda Martinez e Marta Cavallini, G1 Foto: Comunicação/Globo

 

O empréstimo consignado tem uma das menores taxas de juros do mercado porque as parcelas são descontadas do salário ou da aposentadoria todos os meses. O crédito é concedido aos funcionários com carteira assinada, servidores públicos e aposentados e pensionistas do INSS.

Quando o empréstimo consignado é descontado em folha, a parcela mensal não pode ultrapassar 30% do valor do salário.

Quando o trabalhador sai do emprego, esse mesmo desconto de até 30% será feito sobre o que ele receber das verbas rescisórias, que são direitos como saldo de salário, 13º, aviso prévio e férias.

No podcast, o advogado do direito do trabalho Daniel Moreno e a educadora financeira Carol Stange explicam o que deve estar no contrato do empréstimo consignado, como fica a situação do trabalhador que é demitido e ainda tem de arcar com a dívida, o que fazer em caso de demissão com ou sem justa causa, se a empresa for à falência ou se o trabalhador mudar de emprego, e ainda se vale a pena usar todo o dinheiro da rescisão para quitar o empréstimo.

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