Bingo – O rei das manhãs | Críticas de Cinema – Efrem Pedroza

Com roteiro afiado, direção segura e um Vladimir Brichta inspirado, em “Bingo – O rei das manhãs” (no filme o nome “Bozo” foi adaptado por conta dos direitos autorais) temos uma verdadeira mistura do caricato com o erótico e que somado à essência do programa de auditório, tornou-se icônico.

Nessa cinebiografia que conta a história de Arlindo Barreto, famoso por interpretar o palhaço Bozo em um programa infantil que passava durante as manhãs, toda a carreira e fama do artista acontecem com muita intensidade, mas também apresenta o seu lado sórdido.

Arlindo Barreto explodiu na década de 80, porém nunca foi reconhecido publicamente pelo fato de estar sempre na pele do palhaço que animava as crianças. Totalmente frustrado com a situação, começou a se envolver com cocaína e crack, arruinando totalmente sua carreira e vida.

Um dos pontos mais altos do filme é a aparição de Gretchen, vivida por Emanuelle Araújo. Tão nostálgico quanto nonsense. Mesmo sendo inspirado em um produto americano, nesse filme temos o exagero dos programas de auditório retratado de forma muito fiel. Bingo (ou Bozo) se tornou um dos maiores símbolos da cultura pop brasileira. Um símbolo da cultura pop dos anos 80. Simplesmente brilhante!

 Nota: 5,0

O critério de notas é estabelecido da seguinte forma:

0,0 = péssimo

1,0 = ruim

2,0 = regular

3,0 = bom

4,0 = ótimo

5,0 = excelente

Confiram a crítica completa no blog: efrempedroza.blogspot.com.br

Facebook: Efrem Pedroza – Canal Raio Ômega

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *